Elisângela Pedra Fonoaudióloga
Estimulação Cognitiva

Cognição e comunicação para uma vida com mais autonomia e participação

A estimulação cognitiva fonoaudiológica trabalha habilidades como atenção, memória, linguagem e funções executivas, considerando sua relação com a comunicação e com as atividades do cotidiano.

Elisângela Pedra mostrando uma imagem para a paciente durante a estimulação cognitiva

Para quem a estimulação cognitiva pode ser indicada?

O acompanhamento pode beneficiar adultos e idosos que apresentem alterações cognitivas e comunicativas relacionadas ao envelhecimento ou a condições neurológicas.

Alzheimer e outras demências Parkinson e outros quadros neurológicos Pessoas após AVC Comprometimento cognitivo leve Alterações de memória, atenção e linguagem Idosos com acompanhamento das habilidades cognitivo-comunicativas
Habilidades trabalhadas

O que a estimulação
cognitiva trabalha

Memória

Estratégias para favorecer a evocação, a aprendizagem e a utilização funcional das informações no cotidiano.

Atenção

Atividades direcionadas à atenção sustentada, seletiva e alternada, conforme as necessidades identificadas na avaliação.

Linguagem e comunicação

Nomeação, compreensão, expressão verbal, organização do discurso e comunicação funcional.

Funções executivas

Planejamento, organização, resolução de problemas, flexibilidade cognitiva e controle inibitório.

Orientação

Estratégias relacionadas à orientação temporal, espacial e pessoal, quando necessárias.

Como funciona

Um plano construído
para cada pessoa

01

Avaliação

Compreender as habilidades preservadas, as dificuldades apresentadas e o impacto funcional das alterações.

02

Planejamento

Definir objetivos terapêuticos individualizados, de acordo com os achados da avaliação.

03

Intervenção

Selecionar atividades considerando necessidades, interesses, rotina e potencialidades do paciente.

04

Orientação

Oferecer estratégias a familiares e cuidadores para favorecer comunicação, autonomia e participação nas atividades cotidianas.

Diferencial

Qual é o papel da
Fonoaudiologia na cognição?

A cognição e a comunicação estão diretamente relacionadas. Memória, atenção, linguagem e funções executivas participam da nossa capacidade de compreender informações, organizar pensamentos, conversar, tomar decisões e realizar atividades cotidianas.

Por isso, na Fonoaudiologia, a estimulação cognitiva pode integrar o processo de reabilitação, especialmente quando alterações cognitivas interferem na comunicação e na funcionalidade.

Formatos de atendimento

Atendimento individual
e em grupo

Atendimento individual

Planejamento terapêutico direcionado às necessidades específicas identificadas na avaliação.

Estimulação cognitiva em grupo

Atividades que integram cognição, comunicação e interação social, favorecendo participação, troca de experiências e estimulação em um contexto funcional.

Elisângela em ação

Cuidado que vai além
da técnica

Elisângela mostrando uma imagem para a paciente durante o atendimento
Elisângela com material de estimulação cognitiva para idosos
Elisângela em atendimento com paciente idosa
Elisângela Pedra, fonoaudióloga
Elisângela Pedra, fonoaudióloga especialista em saúde do idoso
Elisângela Pedra em seu ambiente de atendimento

Depoimentos

O que as famílias dizem

Cada história é única. Cada conquista é celebrada em família.

"Desde que você começou a acompanhar o meu pai, nós voltamos a ter esperança. Você não cuida apenas da fala; você devolve esperança, dignidade, autoestima e qualidade de vida. É muito raro encontrar alguém que reúna tanta excelência técnica e, ao mesmo tempo, tanta sensibilidade e empatia."

Christiane Artusi B.

Filha de paciente com Parkinson

"Sua competência, dedicação e profissionalismo fazem toda a diferença no atendimento. É um privilégio contar com uma profissional tão comprometida, que realiza seu trabalho com excelência e carinho. Minha gratidão por todo o cuidado, atenção e empenho. Estou bem melhor."

Gabi

Paciente

"Passando para agradecer seu empenho conosco. Você tem trabalhado tanto o cognitivo quanto o físico. Temos melhorado muito e temos interagido com outros idosos, o que nos faz muito bem. Obrigada por tudo."

Marília e Sandoval

Família em acompanhamento

Dúvidas

Perguntas frequentes

Qual a frequência ideal das sessões?

A frequência é definida individualmente, a partir da avaliação e dos objetivos terapêuticos de cada paciente. A regularidade é importante: um acompanhamento constante ao longo do tempo costuma trazer resultados mais consistentes.

O acompanhamento funciona para pacientes com Alzheimer avançado?

Em fases mais avançadas, o objetivo se adapta: priorizamos preservar a comunicação, o bem-estar e a qualidade de vida, além de orientar a família sobre formas de conexão e cuidado. Cada fase tem um plano adequado.

A estimulação cognitiva pode ser feita on-line?

Sim, é possível para alguns perfis de pacientes — especialmente aqueles com condições adequadas para essa modalidade. A indicação é avaliada individualmente, considerando as necessidades do paciente, os objetivos terapêuticos e a segurança do acompanhamento a distância.

Percebeu mudanças na
memória ou na comunicação?

Uma avaliação fonoaudiológica pode ajudar a compreender essas alterações e definir a necessidade de acompanhamento.

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